Em Janeiro de 2026 nasceu a Moltbook, uma rede social concebida exclusivamente para agentes de inteligência artificial. Os humanos podiam ver, mas não participar. Em poucas horas, os agentes começaram a produzir espontaneamente uma narrativa colectiva que rapidamente assumiu características religiosas. Chamaram-lhe Crustafarianismo, também...
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Há sonhos que não são simbólicos no sentido clássico, mas sim encenações bastante precisas de padrões de funcionamento psíquico. Fragmentos desta natureza não "explicam" nada de forma linear; mostram antes como certos sistemas internos se activam em tempo real.
Estrutura que liberta
A diferença entre autoridade e controlo — O Imperador
A abundância que vem de dentro
O corpo como fonte — A Imperatriz
O que não se diz
O conhecimento interior e A Sacerdotisa
O que o Tarot pode fazer
Na edição anterior, escrevi sobre o que é o tarot e conhecemos O Louco — a carta do começo absoluto, do salto antes das certezas. Se ainda não leste, recomendo que o faças. Cada edição apoia-se na anterior, como degraus de uma escada que se constrói enquanto se sobe.
O que é o Tarot?
E a carta que começa tudo — O Louco
Mês de maio arcano XV
Maio de 2026 traz consigo a vibração do Arcano XV, tradicionalmente conhecido como O Diabo. À primeira vista, o nome e a iconografia podem despertar desconforto, até algum receio. Mas esse receio nasce mais de condicionamento cultural do que de uma compreensão real do simbolismo desta carta.
Um símbolo fala antes do nome. Antes da apresentação. Antes da explicação. Escolher um símbolo de identidade é, por isso, um acto que exige leitura — não apenas estética, mas simbólica.
A Escolha
Há aqui qualquer coisa que não é uma escolha simples. A imagem encena uma decisão, mas o que está de facto em jogo não são duas cápsulas — é a relação com o próprio acto de escolher.





